Book : Essentialism : the disciplined pursuit of less / Greg McKeown.

 

Outra dica: Livro para quem se sente inundado pelas tarefas diárias, reuniões de trabalho e  a vida no geral. O Caminho do Essencialismo não é fazer mais em menos tempo, trata-se somente em escolher e focar nas coisas corretas.  Não é uma estratégia de gerenciamento de tempo, ou uma técnica de produtividade,  é uma disciplina sistemática para discernir o que é absolutamente essencial, assim eliminando tudo o que não é, para que possamos realizar as coisas que realmente importam.

O essencialismo não uma nova coisa é uma maneira totalmente nova de fazer tudo.

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Regras de criticar e não magoar

Boa Idéia sempre considerar alguns fatores antes de criticar alguém:

  1. Se puder evitar, então não critique
  2. Antes de criticar verifique qual é a sua motivação, não critique para se promover.
  3. Não critique quando a pessoa não tiver como alterar o fato, como dizendo algo assim; você é simplesmente muito baixo, a pessoa não consegue mudar a altura dela, vira sem fundamento.
  4. Critique sempre mostrando uma oportunidade de benefício pessoal
  5. Se você puder use uma referência pessoal para dar um exemplo de como você já passou por esse problema tornando uma alternativa de melhora
  6.  Quando criticar alguém, é sempre importante dar importância do desafio da mudança ser implementada, e que você considera os desafios e entende.
  7. Antes de criticar, tente fazer um elogio primeiro, algo honesto para que a pessoa não construa barreiras antes de começar te ouvir.

 

Book : The Circle by Dave Egger

Eu estava num dilema anteriormente sair do Facebook ou não. O Facebook sempre foi um meio de entrar em contato com as pessoas distantes que não posso manter contato por morar longe do Brasil. Mas o conteúdo dos feeds, a invasão de privacidade e o tempo perdido fizeram com que eu decidisse sair do facebook. No começo senti como se estivesse perdendo algo, como se não estivesse mais parte das notícias, me senti ” por fora”.

Essa sensação foi se dissipando e com o tempo me senti mais centrada e gradualmente me senti melhor. Como resultado, sobrou mais tempo livre e voltei a ler, ouvir música e comecei a meditar.

Eu ainda uso Instagram porque adoro fotos, postar fotos de momentos especiais… mas já estou considerando a usar com menos frequência também.

E com a preocupação com a Social Media e a Invasão de privacidade, eu comecei a ler um livro que faz um pouco de referência ao perigo da Social Media, e o que pode acontecer no futuro quando a invasão de privacidade se torna uma regra. O livro se chama “The Circle” o autor é o Dave Eggers.

The Circle fala sobre a vida da personagem Mae que é contratada para trabalhar em uma empresa que seria uma mistura de Amazon/Facebook/Linkedin/Twitter/Microsoft resultando em uma identidade online com uma nova filosofia de transparência de vida. Mae se sente muito agradecida por ter sido contratada pela empresa, e não poupa esforços para participar da cultura e seguir as recomendações feitas pelos supervisores para participar mais ativamente da cultura da empresa. O que mostra como inicialmente um passo de ambição para subir na carreira, se torna um jogo de invasão de privacidade tomando conta da vida dela. 

Em um ponto do livro a vida de Mae se torna completamente pública, e ela anda com uma camera miniatura no pescoço,  mostrando a vida dela o tempo todo. Ela possui muitos seguidores e a cada passo que toma, as pessoas seguindo a vida dela, postam comentários nas ações dela, com likes e críticas fazendo com que ela tome decisões para obter resultados favoráveis do público dela.  O Filme The Circle  vai ser lançado em Abril com os atores como Emma Watson, Tom Hanks, John Boyega e Karen Gillan.

Vale a pena ler e pensar sobre o assunto.

 

TIP – TV Series – OFFSpring

Offspring é uma série dramática de televisão Australiana que estreou na Network Ten em 15 de agosto de 2010. A história é baseada na vida de Nina Proudman,  Obstetra de 30 anos sua família e amigos, enquanto navegam pelo caos da vida moderna. É filmado no Norte de Melbourne, o show é uma mistura de comédia e drama.

No começo eu achei a série um pouco estranha porque tem umas situações pouco prováveis  e reações muito menos prováveis dos personagens, mas depois do segundo, terceiro e quarto episódio, fica difícil parar de assistir. Nina vive “daydreaming” tipo sonhando acordada em situações muito engraçadas.

Você começa a querer fazer parte dessa família que é disfuncional, os personagens são complicados mas muito reais, adoro como eles não usam muita maquiagem e com isso parecem pessoas normais, rugas e tudo!  Eu tenho que admitir que rolaram muitas lágrimas e fiquei triste quando vi o último episódio.

Comecei a assistir no Netflix,  é o tipo de série que você não quer que acabe e não consegue parar de assistir. Aparentemente eles renovaram mais uma temporada season 7 !!!

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I Voted! America’s favorite sticker

Dia de eleição é o dia em que os adultos Americanos mais adoram usar um sticker.

A História por trás dos selfies de “I Voted” enche o ar de orgulho social media em todo o lugar. O sticker representa o  dever cívico no dia de eleição,  ao mesmo tempo homenageando as outras gerações que não podiam votar.  A origem desse sticker não é muito clara mas possivelmente iniciou na com datas por volta de 1982. Aparentemente usando o sticker pode te dar uma porção de coisas de graça como cookies no Great American Cookies,  o que tecnicamente pode ser até contra a lei para ter evitar corrupção.

Alguns estados não tem o costume de distribuir o sticker porque ficaram irritados com a cola do sticker, substituindo por pulseiras, Chicago sendo um deles.

O Selfie é mandatório!!

 

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Alguns memes foram criados também … 2016-worthy memes … Have Fun!

Oversharing much?!

De repente a gente se depara com a aquele post de alguém que você sente que talvez tenha compartilhado um assunto muito mais pessoal do que deveria, e te faz pensar o que leva as pessoas a compartilhar demais?

Quando o assunto é internet, parece que qualquer pessoa é suscetível a compartilhar demais. Existe algo que muitos vezes atraente em compartilhar naquelas caixinhas vazias do Facebook. Tem gente que até compromete o emprego e a vida nesses posts.

Mas o que me deixa curiosa é o porquê? O que leva as pessoas a compartilhar demais?

Olhei uma porção de estudos feitos nesse assunto com hipóteses do motivo real. Muitos estudos apontam a TV e social media como incentivadores, mas também tem muitos psicólogos que acreditam que é devido há nossa tentativa de controlar ansiedade.

Podemos usar uma energia mental muito grande tentando manejar a impressão que as outras pessoas tem de você. Nesses posts tentamos parecer inteligentes, interessantes e muitas vezes felizes, mas esse esforço todo, faz com que percamos o filtro, e por não estarmos na frente das pessoas que irão ler, então é mais fácil compartilhar . Fazendo que muitas vezes percamos a inibição e muitas vezes nos sentido invencíveis.

Com o tempo você pode perceber que o aumento no compartilhamento exagerado é somente uma imagem de como as pessoas querem propagar de si mesmo e muitas vezes se tornando não muito realista.

 

Eu muitas vezes gosto de postar coisas especiais da minha vida, coisas que me fazem feliz, coisas com que façam as pessoas acreditar que ainda existe boa ação, esperança, que possam trazer um sorriso no rosto de alguém, mas nunca pensei o que as pessoas pensam sobre essa imagem gerada por somente momentos felizes, sem contraste de momentos ruins.

Talvez porque os momentos ruins são muito pessoais para mim e sinto que seria como “oversharing” e por isso você não vai encontrar muitos desses no meu feed. Eu sinto que pessoas que compartilham momentos ruins muitas vezes estão procurando resolver o vazio que existem na vida deles, procurando uma palavra amiga na resposta dos posts, o tão famoso “like”.

E com tudo isso as pessoas ficam dependentes do “like” para se sentirem completos, felizes e aceitos. Talvez seja aquele lado ruim do Facebook, como muitos estudos mostram que Facebook pode tornar muitas pessoas mais sozinhas, isoladas ou até invejosas por somente verem aquela imagem de vida “perfeita”.

Eu sei que vai parecer um pouco vago, mas eu acredito que na vida, tudo tem uma dose certa, e se postar algo no facebook te faz nervoso ou triste, então talvez não seja a melhor coisa para você, simples assim…

Book : Me before you

De vez em quando eu gosto de ler um livrinho de romance, aqueles que você passa horas lendo, e não consegue parar de ler. O livro Me before you é um livro assim, quando eu terminei de ler, eu não queria falar sobre o livro ou escrever no blog, no meio de tantas lágrimas o livro se dissolveu, mesmo com o tema complicado, deu vontade de ler de novo.

Esse livro conta uma história de amor, uma história de família, um pouco de controvérsia, mas acima de tudo é uma história da coragem e esforço necessário para sobreviver o destino de uma vida difícil.

Aqui fica a dica: Me Before you, escrito por Jojo Moyes.  O filme já está no cinema aqui nós Estados Unidos, mas como sempre, vale a pena ler o livro antes de assistir o filme.

 

View: I did notice – Women in Tech

Trabalhando na área de Tecnologia uma indústria predominante Masculina,  eu acreditava por muito tempo que hoje em dia, discriminação era coisa do passado. Eu acreditava nas palavras da Engenheira da Yahoo, Marisa Mayer que dizia  “I didn’t notice.”, eu acreditava completamente nisso, para ser sincera até agora ,eu não tinha percebido que simplesmente por ser mulher que as pessoas tinham um ideia que você poderia ser menos capaz

Foi quando falando com um cliente nessa semana que tudo mudou, o cliente  ficou surpreso que eu era a Engenheira designada para resolver o seu problema, primeiro ele pediu para eu confirmar e depois de eu ter sido bem clara, que eu não era atendente de clientes e sim a Engenheira, ele disse simplesmente :

” interessante, verdade mesmo?” 

O que me fez reavaliar o meu modo de pensar e por vezes tornando prejudicial.  Eu acredito que quando as pessoas estão cientes de um estereótipo negativo sobre seu grupo específico, nesse caso por ser mulher, muitas vezes você se preocupa demais em mudar a opinião dessa pessoa , e isso pode ter o efeito muitas vezes prejudicial o seu desempenho.

Acabei descobrindo o problema rapidamente e o cliente extremamente satisfeito e agradeceu a ajuda e tudo mais. E quando ia desligar o telefone, simplesmente disse : Você mudou a minha percepção e muita obrigada pela ajuda. (não sei exatamente se foi um elogio).

Na verdade o problema ainda existe, mas o mais importante é o que você faz com ele.  Na próxima vez que isso acontecer… eu vou fazer de conta que “I didn’t notice” e relevar!

 

View: Super Powers?

Há alguns meses eu mudei de função na minha empresa, e por estar em um departamento novo, o meu gerente me pediu um pouquinho de informação minha, para ele poder compartilhar com os meus colegas de trabalho. Entre algumas perguntas que ele me fez, uma delas foi sobre os meus livros e passatempo favoritos. A última pergunta que ele fez foi que me chamou a atenção, parte porque fazem anos em que eu não penso nisso e parte por não ser muito realístico e até um pouco infantil. A pergunta foi a seguinte:

Se você pudesse ser um super-herói qual você seria? Qual poderes você gostaria de ter?

Coisa difícil para decidir assim, não é? Quando a gente é pequeno, a imaginação vai longe e fica mais fácil. Naquele momento, eu senti como se a resposta fosse alterar o curso da minha vida.

Pensei em algumas opções :

  • Teleportação- Poder viajar para qualquer lugar num piscar de olhos, como o X-men
  • Shapeshifting ou Duplicação – Poder se tornar outra pessoa ou ter várias de mim para fazer as tarefas, bem útil,  assim como a Mystique
  • Pensei em alguns poderes nobres também como o poder de curar qualquer doença.
  • Omnilinguismo– ter a habilidade de entender qualquer língua

Eu pensei bem e respondi,  gostaria de ter o poder de ler os pensamentos de outras pessoas. Usei uma explicação nobre, como para ajudar as pessoas com problemas e entender melhor os seres humanos, mas a verdade é bem outra.

Aqui nos Estados Unidos existem muitos salões em que quase todas as manicures são Vietnamitas, a comunicação é bem limitada pelo fato de que muitas delas não falarem muito Inglês, o que não é o meu problema. O problema que eu tenho, e que me deixa doida da vida, é o fato delas ficarem falando entre elas e depois dando risada.

Eu daria tudo para descobrir o que elas estão falando.  Eu sinceramente acredito que devem estar zombando com a gente o tempo todo, tipo falando mal mesmo. Uma frase é sempre seguida por uma risadinha. Um dia o meu poder vai vir e elas vão ver, minha vingança será maligna… rs

Isso tudo me fez pensar no motivo dessas perguntas. Eu entendo que com essas respostas as pessoas podem saber um pouquinho mais a respeito de mim, e com isso, fazer com que eu me integre melhor com o grupo, mas eu acredito que a pergunta do super herói tem um fator psicológico envolvido também,  com a sua resposta eles querem determinar o seu carácter. Várias empresas utilizam perguntas bem diferentes nas suas entrevistas para poder capturar a personalidade da pessoa, como por exemplo:

O que você faz quando você vê uma aranha na sua casa? Você é lápis ou caneta ? Você acredita em E.T.?

O importante é que não existe uma resposta errada, mas o mais importante é usar a sua resposta para algo construtivo. Eu sou lápis porque eu gosto de planejar para desenvolver um projeto.

 

 

 

View:True cost

Já fazia um tempinho que eu não escrevia no blog porque tem horas na vida da gente, que não sobra tempo no dia, mas quando eu assisti o documentário ” True Cost” no Netflix, eu resolvi compartilhar. Esse documentário mudou o meu modo de pensar.

O documentário fala sobre a indústria da moda e das consequências ecológicas e econônimas causadas pela falta de consciência humana e do consumismo.

O diretor Andrew Morgan fala sobre o vício da chamada “Fast Fashion” a moda vendida em lojas como H&M, Forever 21, Topshop e Zara. Lojas que mudam o estoque quase que diariamente.  Motivando o consumidor a acreditar que necessitam desse bem novos, tornando um ciclo vicioso de comprar sem parar,  com preços a cada dia mais baixos. Essa redução nos preços só foram possíveis devido a tercerização de produção para os países como Bangladesh, China e Cambogia, onde é possível manter baixos salários e pessímas condições de trabalho devido a falta de regulamentacão em fábricas como sweatshops.

Talvez porque a realidade do Brasil é bem diferente dos Estados Unidos, no Brasil eu tinha a ideia de que quando eu tinha uma roupa que eu não usava por mais de que um ano no meu guarda-roupa, eu doava.  Me sentia bem pelo fato de não me sentir apegada ao bem material e fazendo uma boa ação ao mesmo tempo. Mudando para os Estados Unidos, a vida da gente muda, e os costumes também, devido a facilidade de acesso as bens materiais e preços muito mais acessíveis,  você acaba comprando sem parar. As promoções sem fim, nós tornam escravos desse consumismo,  muitas vezes a forma de como os cupons de desconto te levam a acreditar que você está fazendo um bom negócio em algo que muitas vezes você não precisa.

No documentário, mostra que em média, os Americanos doam até 82 libras de roupa por ano, e somente 10% é realmente utilizado por pessoas pobres, o resto é eliminado nos lixões ou são enviados para os  países sub-desenvolvidos como Haiti por exemplo, que devido a abundância, muitas vezes as roupas acabam sendo queimadas.

Vale a pena ver o documentário para tirar as suas proprias conclusões mas o mais importante é : Pare e pense antes de comprar!

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